quinta-feira, maio 18, 2006

Poder da coisa

Sou um tonto. Não há volta a dar-lhe. De cada vez que a coisa me atinge, a lucidez evapora-se e a segurança escapa-se-me por entre as mãos. Tomo consciência da minha fragilidade, da minha condição de humano. Mesmo assim é preciso lutar para ser racional. Lembro-me de que também gosto, adoro, cuido, desejo, choro e sofro.
E cá ando, meio-dia, meia-noite, meio dentro meio fora.

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